Blog da Adriana Vilarinho http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br O que a gente chama de beleza é o reflexo da saúde. Mon, 20 Jan 2020 07:00:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Bronzeamento artificial não faz nada bem à pele: saiba mais http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2020/01/20/bronzeamento-artificial-nao-faz-nada-bem-a-pele-saiba-mais/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2020/01/20/bronzeamento-artificial-nao-faz-nada-bem-a-pele-saiba-mais/#respond Mon, 20 Jan 2020 07:00:43 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=852

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Ter o bronzeado do verão durante o ano inteiro não é fácil e, por isso, algumas pessoas recorrem às câmaras de bronzeamento artificial para manter a pele dourada. O serviço de bronzeamento artificial é oferecido como uma forma menos agressiva do que a radiação solar para dar cor à pele, minimizando possíveis queimaduras solares e desconfortos, as câmaras de bronzeamento artificial foram proibidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2009 no Brasil, em função dos riscos oferecidos à saúde.

Esses equipamentos funcionam por meio de luzes artificiais que emitem radiação ultravioleta A (UVA), mais potente que o sol, principal responsável pelo envelhecimento da pele, além de também predispor ao câncer. O UVA penetra profundamente na pele alterando fibras elásticas e colágenas, provocando rugas, perda da elasticidade e manchas.

Mas por que a pele não fica vermelha após as sessões? Porque o responsável pela vermelhidão da pele é a fração B da radiação ultravioleta (UVB), principal agente causador do câncer da pele, cuja presença nas câmaras de bronzeamento é relativamente menor.

Porém, o fato de a pele não ficar vermelha não significa que ela não esteja sendo danificada, pois este fotoenvelhecimento só aparecerá após alguns anos.

Quanto maior o tempo de exposição nas câmaras de bronzeamento e mais sessões, maiores são os riscos para a saúde da pele. Por isso, a melhor opção para um bronzeamento saudável é a exposição solar antes das 10h e após 16h, sempre sob uso de filtro solar adequado à cada tipo de pele.

Há mais alternativas que oferecem menos riscos, como os autobronzeadores em gel, creme ou loção. Estes possuem dihidroxiacetona, substância que provoca uma reação química na pele, escurecendo-a. Esta reação pigmenta a camada mais externa da pele (camada córnea), dando uma cor semelhante à do bronzeamento. Contudo esses produtos não estimulam a produção da melanina, pigmento que dá a cor natural da pele, portanto, não estão bronzeando, apenas tingindo a camada córnea.

Consultar um dermatologista para que recomende o produto mais adequado é importante, a fim de evitar não somente alergias e sensibilidades, como também manchas, pois há detalhes que devem ser considerados, como o intervalo entre as aplicações e uso de luvas, por exemplo.

Os autobronzeadores não devem, entretanto, ser confundidos com protetores solares, a não ser que tragam a indicação de que possuem filtros solares associados ao produto e com FPS maior ou igual a 15.

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Acne solar surge poucos dias após exposição ao sol; saiba como tratá-la http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2020/01/13/acne-solar-surge-poucos-dias-apos-exposicao-ao-sol-saiba-como-trata-la/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2020/01/13/acne-solar-surge-poucos-dias-apos-exposicao-ao-sol-saiba-como-trata-la/#respond Mon, 13 Jan 2020 07:00:42 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=846

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A acne comum surge em pessoas com pele mista ou oleosa, quando há um processo inflamatório das glândulas sebáceas (secretoras de óleos) e dos folículos pilossebáceos. Mas sabia que existe outro tipo de acne?

Quando há exposição ao sol inadequada e em excesso, mesmo que a pele não seja oleosa, podem surgir, além das queimaduras, um quadro que chamamos de acne solar. Os sinais começam a aparecer poucos dias após a exposição ao sol, principalmente no rosto, tronco, colo e nas costas, regiões onde há mais produção de sebo, devido à maior concentração das glândulas. Com aparência diferente da acne comum, a solar apresenta volumes menores e menos inflamatórios.

Muitas pessoas relacionam a piora da acne com o verão. Isso porque o calor em excesso da estação pode estimular as glândulas sebáceas, tornando a pele mais oleosa. Porém, se a exposição ao sol for realizada de forma correta, antes das 10h e após às 16h, os raios solares ajudam a “secar” as lesões existentes, agindo como um anti-inflamatório e melhorando a aparência da pele.

Como prevenir a acne solar?

Um dos hábitos que auxiliam a prevenir esse quadro é lavar o rosto com sabonete recomendado para o seu tipo de pele, pelo menos duas vezes ao dia. Além disso, não dormir com maquiagem e usar filtros solares com textura leve, oil-free ou em gel. É preciso também manter uma dieta saudável e evitar alimentos ricos em açúcares, derivados de leite e gordurosos ajuda.

O tratamento da acne solar é semelhante ao da convencional, com uso de esfoliantes, queratolíticos (medicamentos que evitam a formação dos cravos) e antibióticos, recomendados por um dermatologista, se houver inflamação. É importante lembrar que a exposição solar deve ser evitada se o quadro incluir muitas lesões inflamatórias, pois, nesse caso, o sol pode fazer com que essas lesões hiper pigmentem e deixem cicatrizes e manchas.

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Manter o bronzeado por mais tempo após a praia é possível; veja dicas http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2020/01/06/manter-o-bronzeado-e-a-pele-saudavel-e-possivel-veja-dicas/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2020/01/06/manter-o-bronzeado-e-a-pele-saudavel-e-possivel-veja-dicas/#respond Mon, 06 Jan 2020 07:00:51 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=834

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Após as férias, manter o bronzeado parece algo difícil, porém há maneiras que podem te ajudar a ficar com a nova cor por mais tempo, mantendo o “glow” da pele de verão.

A primeira e mais importante recomendação é o uso de filtro solar. Proteger é o primeiro passo para evitar desconfortos e, principalmente, doenças devido à exposição ao sol. Procure por produtos com fator de proteção acima de 30 para o corpo, já para o rosto, um FPS maior é mais indicado, por isso vale pedir a indicação de seu dermatologista sobre o produto mais adequado ao seu tipo de pele e necessidade.

Após o sol, é hora de hidratar, e muito, a pele. Combinar o uso de óleo corporal, ainda no chuveiro, e em seguida aplicar o hidratante, é uma boa opção, principalmente se o dermocosmético possuir ativos como vitamina C e ácido hialurônico. Além disso, priorizar banhos mornos ou frios também é recomendado, pois evita a desidratação da pele causada por banhos quentes.

A ingestão de alimentos com betacaroteno também é importante. Essa provitamina se transforma no corpo em vitamina A e atua como antioxidante na pele, ajudando a manter a cor dourada. Esse composto pode ser encontrado em alimentos como cenoura, batata-doce, abóbora, mamão e manga, e pode ser ingerido também na forma de cápsulas. Porém, para que a vitamina A atue sobre o bronzeado, é necessário que a ingestão desses alimentos comece cerca de 15 a 20 dias antes da exposição ao sol.

Adquirir o bronzeado de forma gradual é outra recomendação para que a cor de pele dure mais. O ideal é evitar o sol muito forte das 10h às 16h e se bronzear um pouco a cada dia, evitando que a pele fique vermelha, o que pode favorecer a descamação posteriormente.

Por fim, se mesmo com todas essas medidas seu bronzeado estiver indo embora, opte por cremes autobronzeadores gradativos, que hidratam a pele e ao mesmo trazem cor de forma gradual, o que permite uma cor com aspecto mais uniforme e natural.

Antes de viajar e aproveitar as férias ao sol, consulte seu dermatologista e esclareça todas as dúvidas. Prevenir ainda é a melhor solução.

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Intestino em dia também afeta a saúde da sua pele; entenda como http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/12/16/intestino-em-dia-tambem-afeta-a-saude-da-sua-pele-entenda-como/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/12/16/intestino-em-dia-tambem-afeta-a-saude-da-sua-pele-entenda-como/#respond Mon, 16 Dec 2019 07:00:09 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=828

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Você sabe o que é MICROBIOMA? É a comunidade natural de microrganismos, como bactérias, fungos e vírus, que vive em harmonia com o nosso corpo. No nosso intestino eles constituem a microbiota ou flora intestinal, repleta de microrganismos benéficos e outros que podem causar doenças.

Cerca de 70% das células do nosso sistema imunológico vivem no intestino e o desequilíbrio entre elas é chamado de disbiose intestinal.

A disbiose está associada a várias condições, como ganho de peso e obesidade, resistência à insulina, alergias (incluindo as de pele), doença inflamatória intestinal, doenças autoimunes e depressão.

Nosso organismo passou a exigir uma quantidade maior de nutrientes para lidar com os desequilíbrios gerados pelas situações adversas como a poluição ambiental, o estresse físico e emocional e o aumento no consumo de alimentos de baixo teor nutritivo e industrializados, incluindo consumo indiscriminado de antibióticos, além de fertilizantes e agrotóxicos utilizados na produção de alimentos, sendo que pesquisas recentes mostram que se não houver um bom funcionamento do intestino, isso pode gerar uma maior susceptibilidade para algumas doenças.

Uma alimentação saudável promove uma proliferação de microrganismos benéficos que são fundamentais para a digestão e absorção do que ingerimos. Para equilibrar a flora intestinal, recomenda-se o aumento na ingestão de alimentos como vegetais, frutas e cereais (fontes naturais dos prebióticos: carboidratos que afetam beneficamente estimulando seletivamente a proliferação de bactérias desejáveis).

Além disso, o uso de produtos como probióticos auxilia na prevenção e no tratamento das possíveis alterações dessa flora, além de contribuir para a saúde da pele e do corpo como um todo.

Uma vida saudável não está ligada somente ao tipo de alimento ingerido, mas também ao estilo de vida, hereditariedade, biodisponibilidade dos nutrientes e meio ambiente.  O intestino pode ser considerado um dos grandes mantenedores da saúde. Cuidando melhor do sistema gastrintestinal melhora-se o sistema imunológico e, consequentemente, vive-se com mais disposição prevenindo uma série de enfermidades desde inflamatórias intestinais, alergias, doenças autoimunes, incluindo até estudos recentes sobre impacto em doenças como câncer e obesidade, aumentando a longevidade.

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Câncer de pele é o mais comum do mundo. Veja os tipos da doença e cuidados http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/12/09/cancer-de-pele-e-o-mais-comum-do-mundo-veja-os-tipos-da-doenca-e-cuidados/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/12/09/cancer-de-pele-e-o-mais-comum-do-mundo-veja-os-tipos-da-doenca-e-cuidados/#respond Mon, 09 Dec 2019 07:00:19 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=821

O câncer de pele pode ser prevenido com atitudes simples, como usar protetor e chapéu quando se expôr ao sol | Crédito: iStock

O câncer de pele é o tumor mais comum no mundo e a principal causa é a exposição excessiva ao sol, porém, pode haver também influência genética. O dermatologista é o médico habilitado para diagnosticar e tratar esse tipo de câncer, especialmente em sua fase inicial.

 A doença pode acometer todas as idades, sendo mais comum na fase adulta. Há três tipos mais frequentes: o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Carcinoma Basocelular É o mais comumente visto e menos agressivo, pois tem uma evolução mais lenta. É muito frequente em face e couro cabeludo e pode aparecer como uma pápula (tipo de bolinha) que sangra e que não cicatriza, mas também pode apresentar-se apenas como uma mancha na mesma cor da pele, pigmentada ou avermelhada. O carcinoma basocelular tem menor chance de metástase (disseminação para outros órgãos) mas pode ocorrer um crescimento local agressivo. O tratamento é cirúrgico.

Carcinoma espinocelular Tende a aparecer em áreas de feridas ou cicatrizes antigas, como de queimaduras, mas a maior ocorrência é também nas áreas de exposição solar. 

Possui uma chance maior de desenvolver metástases e seu tratamento também é cirúrgico e, de maneira geral, é mais grave se comparado ao carcinoma basocelular.

Melanoma É o tipo mais agressivo de câncer de pele, pois tem maior probabilidade de provocar metástase. Existem alguns sinais que servem de alerta, que, se presentes, indicam que você deve procurar um dermatologista. Esse conjunto de sinais de alerta é chamado de “Regra do ABCDE”:

 A de assimetria: se a lesão (pinta), ao ser dividida ao meio, tem as metades assimétricas;

  • B de bordas: lesões que apresentam contornos irregulares ou recortadas;
  • C de cores: se a lesão apresenta mais de uma tonalidade de cor;
  • D de diâmetro: se a lesão é maior que 6 mm;
  • E de evolução: se a lesão vem apresentando mudança de tamanho ou formato.

Na consulta dermatológica, é feito um exame de corpo inteiro para avaliar todas as pintas a olho nu e, também, a dermatoscopia, um tipo de exame feito com um aparelho denominado dermatoscópio, que aumenta até 70 vezes a visualização da lesão. 

O diagnóstico de comprovação é feito por meios de uma biópsia, com a retirada de um fragmento de pele.

A prevenção deve ser feita através de atitudes simples, como evitar exposição solar excessiva, especialmente entre 10h e 16h, usar sempre filtro solar e roupas com fotoproteção no tecido, usar bonés e chapéus, principalmente para quem tem calvície, evitar manipular possíveis feridas novas que surjam na pele e, principalmente, consultar um médico especialista para avaliação dermatológica periódica.

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Tratamentos pós-parto: o que é possível fazer sem prejudicar amamentação http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/12/02/tratamentos-pos-parto-o-que-e-possivel-fazer-sem-prejudicar-amamentacao/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/12/02/tratamentos-pos-parto-o-que-e-possivel-fazer-sem-prejudicar-amamentacao/#respond Mon, 02 Dec 2019 07:00:30 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=816

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O bebê nasceu! Com o final do período da gravidez, muitas dúvidas novas surgem E agora, o que posso ou não fazer para manter a pele saudável sem prejudicar a amamentação?

É muito frequente que surjam estrias em seios, abdome e quadril durante a gestação, mas na fase de amamentação, já podem ser usados cremes específicos e alguns produtos à base de ácidos de uso tópico para tratamentos dessas lesões. Além disso, também já é possível tratá-las com Luz Intensa Pulsada e Lasers. Quanto mais cedo forem tratadas, ainda na fase em que estão avermelhadas, melhor!

Se seu parto foi por cesariana, também é possível instituir alguns tratamentos para a cicatriz, para que fique mais clara e discreta. Dependendo do exame clínico podem ser prescritos cremes e silicones para uso domiciliar e conforme a indicação médica podem também ser aplicadas infiltrações tópicas com medicamentos ou lasers em consultório dermatológico.

Muitas mulheres reclamam da aparência cansada e de manchas que surgem na face durante a gestação (o temido melasma) e algumas sentem falta dos tratamentos dermatológicos que faziam anteriormente à gravidez, já que muitos procedimentos são proibidos nessa fase. Amamentando, é possível tratar as manchas, assim como fazer procedimentos como toxina botulínica e preenchimento com ácido hialurônico, lasers, radiofrequência microagulhada e ultrassom microfocado.

Para os cabelos, é possível que haja maior queda dos fios, por volta de 2 a 3 meses após o parto, por conta da diminuição hormonal, quando o ciclo dos fios volta ao normal. Isso é fisiológico, é esperado.

 Conforme a avaliação do dermatologista, podem ser usadas loções capilares, bem como realizadas aplicações de lasers ou injeção local de algumas vitaminas para ajudar a fortalecer os fios, além de melhorar a textura os cabelos.

Muitas tecnologias podem ser utilizadas nos protocolos pós-parto para auxiliar no combate à flacidez, mas algumas pedem um intervalo de 6 meses. Converse com seu dermatologista sobre o melhor tratamento para as suas necessidades. 

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No calor os cabelos sofrem tanto quanto a pele. Veja como cuidar deles http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/25/no-calor-os-cabelos-sofrem-tanto-quanto-a-pele-veja-como-cuidar-deles/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/25/no-calor-os-cabelos-sofrem-tanto-quanto-a-pele-veja-como-cuidar-deles/#respond Mon, 25 Nov 2019 07:00:07 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=806

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No verão, o cabelo sofre tanto quanto a pele. Praia, piscina, sol e muito vento podem deixar os cabelos quebradiços, ressecados, desbotados e com alterações na coloração. Por isso, é preciso ter um cuidado especial com eles.

É importante preparar o fio para receber as agressões do verão. Aproveite esta época que o antecede, para realizar hidratações semanais com cremes e máscaras à base de queratina, para uma melhora na qualidade do fio.

Dependendo da avaliação do dermatologista, uma boa opção pode ser o uso de óleos para os cabelos. Existe uma grande variedade, como os óleos essenciais, óleo de Argan, óleos com proteínas hidrolisadas, óleo de abacate, óleo de coco… Escolha o mais adequado conforme a orientação médica e aplique nos fios, durma com o óleo e lave no dia seguinte.

O uso de protetor solar para os cabelos é essencial. Para proteção contra a radiação solar existem diversos produtos com essa função, como cremes e loções. Além disso, chapéus fabricados com materiais que proporcionam fotoproteção são excelentes aliados. Pois, assim como a pele, os cabelos também envelhecem.

Alguns cuidados para manter os cabelos saudáveis no verão:

  • Enxágue os cabelos com água corrente após sair do mar e da piscina;
  • Evite abusar de procedimentos químicos nos cabelos nesta época do ano;
  • Use cremes com fator de proteção solar nos fios, desde que indicado por seu Dermatologista;
  • Evite expor o cabelo à mais agressões com o secador e a chapinha;
  • Aproveite o verão para tomar banhos mais frios. A água muito quente é inimiga do cabelo saudável;
  • Faça hidratações regulares, com produtos adequados para seu tipo de cabelo;
  • Use chapéus e bonés para proteger os fios;
  • Evite produtos capilares que contenham álcool na formulação, pois ressecam os fios.

É importante lembrar que a avaliação do Dermatologista é fundamental para analisar qual seu tipo de cabelo e quais as condições do couro cabeludo, podendo assim indicar os tratamentos e produtos adequados.

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Hiperhidrose: o que é e como tratar a produção excessiva de suor http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/18/hiperhidrose-o-que-e-e-como-tratar-a-producao-excessiva-de-suor/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/18/hiperhidrose-o-que-e-e-como-tratar-a-producao-excessiva-de-suor/#respond Mon, 18 Nov 2019 07:00:57 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=800

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A hiperhidrose caracteriza-se pela produção excessiva de suor pelas glândulas sudoríparas. Acomete cerca de 1 a 5% da população de ambos os sexos, sendo frequente o paciente apresentar histórico familiar.

A forma primária é a mais comum, com início dos sintomas geralmente na infância ou adolescência, ou mais raramente, pode estar associada a outras condições (forma secundária) como ingestão de determinados medicamentos, infecções, ou outras comorbidades.

Os sintomas podem manifestar-se em áreas como palmas das mãos, plantas dos pés, couro cabeludo, axilas e virilha ou apresenta-se na forma generalizada – em que acomete várias regiões do corpo. Geralmente piora nas épocas mais quentes do ano, após esforço físico e principalmente em situações de estresse, melhorando no período da noite durante o sono.

A umidade excessiva, principalmente em regiões como pés e virilha, pode potencializar o crescimento de fungos e bactérias, além de molhar e manchar as roupas. Compromete a qualidade de vida de forma significativa, principalmente quando localizada nas mãos, causando prejuízo ao convívio social.

A hiperhidrose é uma queixa frequente no consultório de Dermatologia e o tratamento depende da idade, localização e intensidade dos sintomas.  Medicamentos tópicos, indicados por um especialista, podem ser utilizados com o intuito de reduzir a produção de suor nas glândulas sudoríparas locais.

Mas há ainda outros tratamentos e procedimentos que podem atenuar os incômodos causados por esse distúrbio:

  • Anticolinérgicos – são medicamentos que podem ser utilizados na forma generalizada da hiperhidrose, quando áreas muito extensas são acometidas;
  • Iontoforese – tratamento que utiliza um aparelho elétrico e tem como função inibir a produção de suor pelas glândulas sudoríparas, por meio de correntes iônicas. É uma opção para tratar casos em que não se obteve sucesso apenas com o tratamento tópico;
  • Toxina botulínica – opção de tratamento para áreas localizadas, através da aplicação da toxina botulínica nos locais afetados, com controle dos sintomas por cerca de 6 a 8 meses. Age bloqueando os estímulos nervosos para as glândulas sudoríparas de forma temporária;
  • Cirurgia Simpatectomia – para as formas resistentes aos outros tratamentos ou nos casos com grande impacto na qualidade de vida do paciente.
  • Curetagem aspirativa de glândulas sudoríparas na região axilar – cirurgia minimamente invasiva que consiste na retirada das glândulas sudoríparas locais em procedimento similar à lipoaspiração.

A medicina possui diversos recursos e tecnologias em prol do bem-estar e saúde do paciente. Consulte seu dermatologista e converse sobre o tratamento mais adequado ao seu caso.

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A região íntima também envelhece. Conheça procedimentos para cuidar dela http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/11/a-regiao-intima-tambem-envelhece-conheca-procedimentos-para-cuidar-dela/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/11/a-regiao-intima-tambem-envelhece-conheca-procedimentos-para-cuidar-dela/#respond Mon, 11 Nov 2019 07:00:21 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=791

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Você já parou para pensar que a região íntima também envelhece?! Pois é, como qualquer parte do nosso corpo, a região íntima genital também sofre os efeitos do tempo.

Entre as queixas mais comuns geradas pelo passar dos anos estão flacidez, escurecimento e diminuição da firmeza, que podem interferir na sexualidade e autoestima das pessoas, causando incômodo e/ou insatisfação.

Para as mulheres, além das questões ligadas à aparência, sintomas como a diminuição da lubrificação, escape urinário e dor durante o ato sexual são queixas frequentes –e todas elas podem ser tratadas. Diminuição da sensibilidade e do prazer sexual também são relatados como sintomas que podem interferir negativamente na vida da mulher.

Graças aos avanços médicos, diversos tratamentos dermatológicos já estão disponíveis para abordagem terapêutica da região íntima feminina de forma não invasiva, ou minimamente invasiva.

Entre os procedimentos mais utilizados atualmente estão:

  • Laser para clareamento da pele da região íntima
  • Tecnologia de radiofrequência para atenuar flacidez
  • Preenchimentos e peelings para aumentar a firmeza 

Esses procedimentos podem ser realizados no consultório médico e contribuem para devolver a confiança, autoestima, prazer e bem-estar das mulheres em diversas fases da vida.

Procure seu dermatologista para saber qual é o tratamento mais adequado para seu desconforto. A saúde íntima da mulher também é auxiliada pela dermatologia. Cuide da sua!

 

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Como tratar flacidez, celulite, gordura localizada e retenção de líquidos http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/04/como-tratar-flacidez-celulite-gordura-localizada-e-retencao-de-liquidos/ http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/2019/11/04/como-tratar-flacidez-celulite-gordura-localizada-e-retencao-de-liquidos/#respond Mon, 04 Nov 2019 10:35:50 +0000 http://adrianavilarinho.blogosfera.uol.com.br/?p=784

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Estamos chegando ao final do ano, época em que muitas pessoas passam a se preocupar mais com o corpo por causa das viagens e banhos de praia e piscina que estão por vir.

Gordura localizada, flacidez e retenção de líquidos podem incomodar alguns pacientes, principalmente os que desejam vestir um biquíni ou sunga. Mas há tratamentos e recomendações na área de dermatologia que podem ajudar durante esse preparo para a estação mais quente do ano.

Celulite e flacidez
A celulite é o nome popular para a lipodistrofia ginoide, que consiste no depósito anormal de gordura sob a pele, caracterizando-se pelo aspecto de “casca de laranja” na epiderme, acometendo principalmente coxas, nádegas, abdômen e quadris.

Tratamentos com dermocosméticos tópicos específicos, em conjunto com aparelhos que utilizam a tecnologia de radiofrequência, podem ajudar no combate à celulite, atuando sobre a produção de colágeno e elastina e melhorando o fluxo sanguíneo e linfático na região.

A tecnologia de ultrassom microfocado e macrofocado age tanto nas camadas mais profundas como nas mais superficiais da pele, promovendo uma melhora da flacidez e melhorando o contorno corporal.

Gordura localizada
Uma das tecnologias mais procuradas é de congelamento com sucção, em que as células de gordura são congeladas e posteriormente eliminadas pelo organismo. Há ainda o uso de lasers que rompem e eliminam a célula de gordura pelo aquecimento da região a ser tratada e sem utilizar a sucção.

Retenção de líquidos
A drenagem linfática é um dos tratamentos coadjuvantes na eliminação dos excessos de líquidos, através da ativação do sistema linfático. Ela estimula a capacidade das células de regenerar e reparar os tecidos e é indicada para diminuição de edemas (inchaço) e hematomas, principalmente após procedimentos cirúrgicos ou tratamentos corporais e faciais.

Mas é importante lembrar que a atividade física rotineira e uma alimentação balanceada são fundamentais para manter o corpo saudável, além disso, a associação com os tratamentos dermatológicos pode otimizar os resultados.

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